sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Os mitos do marketing online: os 5 erros principais da área

https://www.redaweb.com.br/posts/os-mitos-do-marketing-online-os-erros-principais-da-areaOs mitos do marketing online: os 5 erros principais da área
O marketing online é uma área que cresce a cada dia, pois é cada vez mais comum que as pessoas passem mais tempo conectadas à internet, de modo que as estratégias online possuam mais efetividade, com a possibilidade de atingir um número mais alto de pessoas em um tempo muito mais curto em relação à publicidade tradicional.
Isso faz com que as empresas invistam cada vez mais em marketing online e contratem profissionais exclusivamente para atuar na elaboração de estratégias que melhorem seus resultados graças à presença em ambientes digitais.
Porém, mesmo com esse aumento no investimento e apesar da importância do marketing online, ainda é muito grande o número de mitos a respeito desse tipo de estratégia de marketing, especialmente dentro de empresas que estão no início de seu trabalho na área digital.
Dessa forma, é preciso que os mitos sejam eliminados de uma vez por todas, para que o trabalho do marketing online possa ser feito com mais tranquilidade e para que haja certeza de que o retorno será positivo para as empresas que investem nesse tipo de trabalho.

Os principais mitos do marketing online e os erros que proporcionam

Confira, a seguir, os maiores mitos a respeito do marketing online e entenda quais são os erros que esses mitos levam as empresas a cometer, o que pode inclusive prejudicar os seus resultados e impactar negativamente os seus lucros:

1 –Marketing de conteúdo

Uma das estratégias mais positivas que pode ser colocada em prática é o marketing de conteúdo, por meio do qual a empresa oferece informações a respeito de seu segmento para os seus clientes, de maneira que estes sejam não apenas fidelizados, mas também educados sobre seus produtos e sua atuação no mercado.
Porém, o marketing de conteúdo é também alvo de um dos maiores mitos a respeito do marketing online, pois não é difícil encontrar informações que definem o marketing de conteúdo apenas como o ato de falar da sua empresa.
Mas isto é parte apenas de uma ideia antiga e incorreta sobre propagandas, porém, se não for descartada o mais rapidamente, pode prejudicar a imagem de sua empresa perante o público, propiciando o afastamento de clientes e a sua consequente perda.

2 – Redes sociais

No marketing online, as redes sociais possuem um papel fundamental, pois é nessas plataformas que há a maior concentração de clientes para as empresas de qualquer segmento.
Os mitos sobre a atuação nas redes sociais também são muito grandes e estão ligados a um pensamento antiquado de que o principal objetivo do marketing nessas plataformas é obter o maior número de seguidores possível.
Embora seja importante ter um bom número de seguidores, a atuação do marketing online nas redes sociais deve ser muito mais voltada para o engajamento e a interação do público com o seu conteúdo, para que assim consiga gerar leads e conquistar clientes, do que apenas para atrair seguidores.

3 – E-mail marketing

Uma das principais estratégias de marketing online é o uso de e-mail marketing, por meio do qual sua empresa envia mensagens diretamente para a caixa de entrada de seus clientes e seguidores, de forma que se estabeleça um contato ainda mais direto com o público-alvo de sua empresa.
Exatamente por se tratar de uma das principais bases do marketing online, o e-mail marketing é também alvo de mitos que podem comprometer seriamente as suas estratégias.
Um dos maiores mitos a respeito deste assunto é o de que as pessoas não leem mais e-mails, o que se configura como um erro de proporções imensas, pois hoje o e-mail é uma das principais ferramentas para os internautas.
Assim, deixar de utilizar o e-mail marketing em suas campanhas de marketing online pode fazer com que o seu alcance seja diminuído, as informações de sua empresa não cheguem à maior parte do público e as oportunidades de vendas sejam consideravelmente reduzidas em relação às demais empresas que utilizam esse tipo de estratégia.

4 – Links e conteúdos patrocinados

A internet é uma excelente forma de divulgação, porém, assim como nos espaços públicos, por exemplo, também pode ser necessário pagar para ver a sua marca, seu site ou o seu conteúdo com mais destaque para o público, de modo que se obtenha melhor exposição e alcance para a sua empresa, o que acontece por meio dos links ou conteúdos patrocinados.
Essa necessidade de pagar para obter a exposição em páginas de mais destaque, como o Google, por exemplo, gera mitos a respeito da efetividade dessa estratégia, uma vez que muitas pessoas mantêm a opinião de que se trata de um investimento inútil e sem retorno.
Entretanto, é exatamente o contrário, pois o investimento em links patrocinados é a melhor maneira de conseguir resultados expressivos para sua empresa em um período curto de tempo, o que não acontece quando se opta pelo alcance orgânico, que pode levar um bom tempo para ter resultados perceptíveis.
O mesmo acontece com os conteúdos patrocinados, bastante presentes nas redes sociais, com alcance muito grande, o que não seria obtido sem o pagamento de um patrocínio. Isso pode elevar de forma mais rápida o alcance de sua marca e lhe render melhores resultados, desde o aumento no número de seguidores até a geração de leads ou vendas propriamente ditas.

5 – Investimento em várias plataformas na internet

Assim como os mitos a respeito dos links patrocinados e sua efetividade, outro bastante conhecido, e que induz muitas empresas ao erro, é o de que não compensa investir em várias plataformas na internet, mas sim concentrar o investimento de seu marketing em um mesmo ambiente digital.
Esse é um erro muito grave, pois as pessoas navegam por muitas páginas diferentes na internet, em pouco tempo, uma vez que podem acessar em alguns segundos as suas redes sociais, páginas de notícias, lojas online, fóruns, entre outros endereços.
Ou seja, ao abrir mão de estar presente em algumas dessas plataformas, sua empresa perderá milhares de visualizações e deixará seu alcance ainda menor, o que reduz as suas chances de gerar leads e concretizar vendas.
Agora que você conhece melhor os mitos do marketing online, coloque esse conhecimento em prática, evite errar por causa desses mitos e otimize os resultados de suas campanhas de marketing digital, para que a sua empresa obtenha resultados ainda melhores com essa ferramenta.
Para garantir que suas páginas ofereçam sempre o melhor conteúdo para os seus clientes e seguidores, entre em contato com a Redaweb pelo site www.redaweb.com.br ou pelo telefone 0800 750 5564, e assine um dos diversos planos disponíveis de produção de conteúdo!

Crise na era digital: os principais problemas para os profissionais de marketing


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Crise na era digital: os principais problemas para os profissionais de marketing
O profissional de marketing está sempre em busca de aprendizado e de olho nas tendências tecnológicas que nunca param de surgir. Mas nem todos estão, de fato, preparados para tudo que pode acontecer com uma campanha e como saber reverter uma crise.
Embora sejam indesejadas, as crises podem acontecer e destruir a reputação de uma marca, se não forem identificadas e contornadas a tempo. Dentro de um planejamento de marketing, é preciso fazer um mapeamento de riscos e construir ações para evitá-los ou para que não causem danos, caso surjam.

Como ocorrem as crises

É inerente à cultura da sociedade a dificuldade em enfrentar situações de crise. Seja ela de visão macro como um país com economia em crise, até questões pessoais, como as dificuldades de um relacionamento, só a sua possibilidade já abala e causa medo de suas possíveis consequências.
Essa reação também repercute entre as empresas, que não sabem como agir e nem estão preparadas para situações de crises. Afinal, se poucos são os empresários que se preparam para momentos de queda financeira, raramente saberão lidar com uma crise externa que possa prejudicar a reputação de sua marca.
Embora seja intangível, ninguém melhor que a própria empresa para saber o valor da marca que criou. Assim como buscam o marketing digitalpara estabelecer uma reputação com seu público e concorrência, há um recorrente receio de algumas empresas, em investir nesse ambiente. O motivo é a falta de preparação de alguns profissionais de marketing para gerenciar eventuais crises nas redes sociais. Afinal, não são só as vantagens do marketing digital que se propagam no meio, mas os cases negativos que podem prejudicar investimentos e até mesmo uma boa reputação.
Antes de tudo, é preciso saber o que é uma crise no marketing digital. Ela se configura como acontecimentos eventuais ou sequenciais, que podem prejudicar em alguma proporção a imagem da marca. Essa situação negativa pode influenciar diretamente sobre os clientes e o mercado, causando insegurança sobre sua qualidade e seu propósito.
Uma crise, é uma ameaça ao branding, nome dado ao trabalho de gestão da marca. É realizado um planejamento minucioso, capaz de criar ações que transmitam mensagens positivas ao público e ao mercado, criando valor à marca. Uma crise, por menor que possa parecer, é uma ameaça a essa imagem e pode desencadear grandes prejuízos.
Há crises causadas por situações externas às ações do marketing digital. Dentre elas, estão falhas nas mercadorias, situações de desrespeito ou discriminação ao consumidor, recall de uma linha de produtos, vazamento de informações, roubo de patentes, descumprimento de leis, acidentes, falas polêmicas de gestores da marca, entre outros. Para qualquer uma dessas situações, é fundamental uma ação imediata para amenizar os danos e informar os afetados.  
Um prejuízo a boa reputação da empresa e de sua imagem diante do seu consumidor, reduz o seu valor no mercado. Além disso, influencia na diminuição da demanda e nas vendas, e dependendo do tipo de crise instaurada, pode influenciar na aquisição de outros produtos da empresa.
Outro problema é a perda gradativa da fidelização da marca. Quando ela possui uma boa reputação, é natural que os clientes se sintam próximos e com o sentimento de pertencimento. Mas se essa reputação é desconstruída, ninguém mais desejará se manter atrelada a ela e ainda poderá nutrir uma rejeição progressiva.

Como lidar com as crises

Um planejamento de marketing correto, possui um gestor de crises para identificar qualquer risco que possa surgir. Diferente do gerenciador de crises, que atua quando ela já está se iniciando e age para evitar seus danos, o gestor evita que a crise aconteça antes mesmo do início efetivo da campanha.
Ambas as funções são vitais para uma campanha bem-sucedida, mas sem dúvida o foco na gestão evita desperdícios de tempo e dinheiro. Trabalhar antecipadamente para avaliar todos os aspectos negativos de uma estratégia, é também saber agir caso elas surjam. Em paralelo a preparação de um planejamento de marketing, o gestor mapeia os riscos, cria planos de ação sobre os públicos que podem ser impactados, prepara a equipe e até mesmo simula situações que possam ocorrer para evitar a surpresa.
Caso ela ocorra, de fato, o gerenciamento da crise precisa acompanhar procedimentos como a avaliação da situação que levou à crise, detectar os envolvidos, acionar os profissionais capacitados para resolver o problema em questão, criar mensagens que fortaleçam a imagem da empresa, monitorar os possíveis danos e executar medidas corretivas potentes para evitar danos ainda maiores.
Se a crise aconteceu e houve uma reação adequada a ela, é preciso entender que as ações continuam para evitar que ela volte a acontecer. Todos os conteúdos já publicados devem ser revistos, assim como as imagens e vídeos, sem esquecer de listar os acontecimentos e o que foi aprendido com a situação. Esse auto feedback sobre as próprias ações e as da equipe ajudam a fortalecer os procedimentos e a manter todos em alerta para a importância dos detalhes de uma estratégia.
O gerenciamento não é fácil. Como reverter a imagem de uma empresa que não cumpriu com seus valores e posicionamento? Para detectar princípios de crises, umas das ações é o monitoramento das redes sociais. Ao acompanhar os canais de comunicação, não só as páginas da marca, mas também de grupos de opiniões, é possível detectar comentários, reclamações e avaliações negativas. E as ações de gestão de crise atuam exatamente nessas mensagens, para que elas sejam sanadas e com as providências tomadas para evitar que cresçam e causem uma impressão ainda pior.  
As análises métricas das redes sociais ajudam a prever alguma crise, através do baixo engajamento de uma ou mais publicações. Essa reação em dados pode ser indício de boicotes. Outra dica é usar o Alertas do Google, onde se digita o termo a ser pesquisado e ele mostra um apanhando de publicações relativas a ela.
As empresas possuem pontos de vulnerabilidade em baixo ou alto grau. Eles indicam os assuntos críticos relativos à marca, que podem ser atendimento ruim, preço mais alto e má qualidade do produto, entre outros. As crises podem ser consideradas leves, vindas de situações hipotéticas, fofocas e até notícias falsas. Há crises moderadas, cujo exemplo mais comum são os recalls e as crises graves são as que podem colocar em risco a saúde do consumidor.
Em cada uma dessas situações, é preciso gerenciar de forma imediata, para diminuir ou evitar que ocorram prejuízos e abale ainda mais a reputação da marca. Nem sempre a ação é realizada apenas com o marketing, mas pode envolver outras áreas da própria empresa.  
As crises podem acontecer e nenhuma marca está blindada a elas. Mas, é possível lidar com elas de forma hábil e rápida, evitando que causem prejuízos e danos à reputação da marca. 
Acesse o site da RedaWeb ou ligue para nós no 0800 750 5564 caso queira assinar um plano de produção de conteúdo!

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Qual o melhor lugar para conseguir crédito pessoal online?

https://anjocred.com.br/qual-o-melhor-lugar-para-conseguir-credito-pessoal-online/#more-208

Todo mundo já passou por algum período de emergência em que precisou de um dinheiro extra de forma rápida e fácil. Ou então, um gasto fora do previsto fez com que o seu dinheiro acabasse e a sua situação ficasse mais apertada no final do mês, fazendo com que você precisasse recorrer a alguma alternativa de crédito.
Felizmente, hoje em dia é possível conseguir crédito pessoal online de forma bem rápida e o melhor: sem burocracia. Isso mesmo, crédito pessoal online, ou seja, através da internet. Todo mundo sabe que com a tecnologia, a nossa vida ficou muito mais fácil e essa é mais uma prova disso.
Mas, quando o assunto é fazer alguma negociação, muitas pessoas ainda sentem um certo medo de cair em golpes. Afinal, a internet assim como facilita, abre espaço também para a ação de marginais. No entanto, não é preciso ter receio, pois as instituições sérias oferecem a garantia do empréstimo e cumprem, de fato, com o contrato.
Mas então, como encontrar o melhor lugar para conseguir crédito pessoal online? Essa é a dúvida de muita gente que tem o desejo de solicitar o empréstimo e não sabe por onde começar. Se você se identificou, saiba que está no lugar certo! E se ainda não tinha pensado nessa possibilidade, essa é a hora de conhecer tudo sobre essa modalidade de empréstimo e começar a planejar o seu. Uma vez que, o empréstimo não serve apenas para pagar as contas atrasadas, mas pode ser o empurrãozinho que falta para realizar aquele sonho que há muito tempo está no seu coração.
Vamos lá então? Confira a seguir, as melhores opções de lugares para solicitar crédito pessoal online.

Onde é o melhor lugar para conseguir crédito pessoal online?

Antes de entrarmos no assunto do empréstimo pessoal online, é importante falarmos das outras opções de crédito online que também estão disponíveis.
Um deles é o cartão de crédito, que a maioria já conhece. Se você for escolher sem pensar, o cartão parece ser a melhor alternativa de crédito fácil, mas com um pouquinho de análise você vai perceber que essa pode não ser a melhor escolha. Isso porque as taxas de juros do cartão de crédito são as mais altas do mercado. Você já tinha parado para pensar nisso? Muita gente opta pelo cartão e acredita fazer um bom negócio, mas a verdade é que se ocorrer algum atraso, ou você decidir pagar o valor mínimo e entrar no rotativo, um pequeno valor se transforma em uma quantia muito alta em pouco tempo.
Além do cartão de crédito, é possível ainda conseguir pela internet, financiamentos, como de carro e até de casa. Nesses casos, o crédito pessoal é obtido de forma fácil, mas precisa ser direcionado para uma ação específica. Ou seja, se você precisa de dinheiro para pagar várias contas em aberto, por exemplo, o financiamento não se enquadra para você.
Agora vamos ao empréstimo pessoal online. Nos últimos tempos, muitas pessoas tem optado por essa alternativa e saem extremamente satisfeitas, justamente porque encontram um bom lugar que oferecem o serviço. E se você espera que terá o nome do lugar perfeito para solicitar o empréstimo pessoal online, está muito enganado. Não existe apenas um lugar, mas são várias alternativas que podem ser melhor ou pior, dependendo da sua situação.

Como encontrar o melhor lugar para crédito pessoal online?

Agora que você já sabe que não existe um único lugar perfeito para solicitar o seu crédito pessoal online, vamos dar algumas dicas de como encontrar a melhor opção para você, que é isso que importa! Preparado? Então vamos lá! Preste atenção nas dicas a seguir:
  1. Faça uma pesquisa – o primeiro passo é fazer uma pesquisa para encontrar as opções mais acessíveis. Por exemplo, se você tem uma conta corrente em algum banco, essa agência pode estar na sua “listinha” dos possíveis lugares, mas não deve ser a sua escolha de imediato. Existem financiadoras e instituições que oferecem crédito pessoal online e que oferecem condições especiais, que podem ser bem melhores do que as do banco.
  2. Conheça o CET de todas as opções encontradas – é inevitável: você terá que comparar as opções encontradas para saber qual é a melhor. Para isso, não basta apenas comparar as taxas de juros, pois você pode cair em uma armadilha armada por você mesmo. Sabe por que? Porque existem outras taxas que são cobradas e que se você desconsiderá-las, pode optar por aquela que tem juros menores, mas taxas adicionais mais altas, pagando mais do que acha que vai pagar. O CET é o valor total que você pagará pelo empréstimo, e conhecer esse valor de cada uma das instituições é o que importa.
  3. Pesquise o CNPJ da instituição – nesse momento, é possível que você já tenha encontrado o que parece ser a melhor opção, mas antes de assinar contrato, pesquise o CNPJ a instituição escolhida para saber se é uma empresa ativa e verificar se ela tem um bom histórico. Uma dica é colocar o nome dessa empresa no site Reclame Aqui, em que você poderá encontrar o feedback de outros clientes e saber se é um negócio confiável ou não.
  4. Leia todo o contrato – você está com o contrato em mãos e só porque já fez toda a pesquisa, acredita que não tem necessidade de ler o documento e pode só assinar para devolver? Está muito enganado! A leitura do contrato é fundamental para que você tenha total ciência do que está contratando, inclusive, saber o valor exato de todas as parcelas, desde a primeira até a última.
Algumas instituições fazem com que as parcelas aumentem o valor com o passar do tempo, o que pode ser uma grande pegadinha se você não ler o contrato por completo. Além disso, só assim é possível saber exatamente o que você vai pagar e o quanto a mais vai pagar pelo dinheiro emprestado.

Qual o melhor lugar para conseguir crédito pessoal online?

Conseguiu entender o porquê não existe um lugar perfeito? Tudo depende da sua situação, do valor que você deseja emprestar e da forma de pagamento, afinal, é possível que as taxas e juros variem de acordo com a quantidade de parcelas. O ideal é escolher a que melhor se encaixa no seu orçamento e que possa fazer parte do seu planejamento financeiro, de modo que você consiga dar conta de todas as parcelas, sem passar por apertos ainda maiores.
Quer saber mais sobre empréstimo online? Quer saber como fazer o seu planejamento financeiro para se livrar das dívidas de uma vez por todas e parar de recorrer às opções de crédito com frequência? Acesse nosso site: AnjoCred!

A atuação do profissional de marketing na era digital

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A atuação do profissional de marketing na era digital
Não há dúvidas de que o mundo está mudando muito rápido, pela força da tecnologia, fazendo com que surjam novas profissões para atender as exigências do mercado. O marketing é uma área que vem sofrendo muitas transformações, se tornando muito mais complexo, dinâmico, elaborado e a nova aposta do momento. 
O mundo digital modernizou as relações, inclusive com o cliente e fez com que as empresas passassem a ter uma visão global e mais preparada para receber as novidades contínuas que vem se apresentando. Como a concorrência se tornou ainda mais acirrada e a tecnologia chega atropelar um profissional mais desatento, o marketing digital é essencial para destacar a marca no meio da multidão.  

As inovações do marketing digital

A fase de deslumbramento com as novidades digitais já passou e hoje o marketing está mais amadurecido e consciente de seu papel na sociedade. Para que qualquer marca exista diante de seu público, ela hoje precisa estar inserida no meio web e o marketing digital é o caminho mais assertivo para ações produtivas e bem-sucedidas. 
A internet avança cada vez mais pelo mundo e já faz parte do cotidiano da maior parte das pessoas. Integrada em suas vidas pessoais e profissionais, o acesso imediato em qualquer lugar através dos smartphones permite resolver quase tudo pelos meios digitais. 
Mais transparente e voltada para objetivos e soluções, o marketing digital vem se solidificando no mercado e ganhando um direcionamento ainda mais especializado. O objetivo é encontrar caminhos diferenciados e que vão muito além da adaptação do marketing tradicional para o digital. 
Quando novas frentes surgiram, o marketing tradicional se viu diante de espaços e linguagens diferentes, das quais não se tinha conhecimento anterior. Tudo era novidade, para todos e as ferramentas eram aprendidas junto às práticas, assim como não se tinha ideia da dimensão dos resultados. 
Logo, as técnicas iniciais eram as do marketing tradicional, usadas em mídias como as de TV, jornais e revistas, malas diretas e pesquisas qualitativas. As ferramentas oferecidas pelas redes sociais que chegavam ao mercado e logo se tornaram febre, ainda não eram suficientes para aplacar a sede de oportunidades que se apresentavam na internet. 
Essa construção de estratégias e especialidades foi formada a partir de acertos e erros. No Brasil, as agências de marketing digital vêm apresentando o mesmo nível de sofisticação do que os mercados de ponta dos EUA e Europa. Porém, ainda há muitas que vivem sob influência do marketing tradicional. 
Mais do que em qualquer outra área profissional, as especialidades e ambientes do marketing digital vão sendo alteradas conforme surgem novas tecnologias. E elas se multiplicam vertiginosamente, apresentando inovações que impulsionam o profissional a se manter sempre atualizado para estar alguns passos à frente da concorrência. 

A atuação do profissional de marketing e suas preocupações

Além das frequentes mudanças tecnológicas, o profissional de marketing encontra outros desafios. Afinal, o usuário da internet também é um produtor de conteúdo e tem acesso a todas as ferramentas oferecidas pelas redes sociais. E mesmo que isso não signifique habilidade em promover empresas e marcas, faz com que o especialista tenha que se destacar em meio à multidão de leigos ativos na web. 
Até pouco tempo o marketing digital era atrelado a carreiras de comunicação social como publicidade e propaganda, marketing e jornalismo. Mas hoje é essencial que haja profissionais com formação nas mais diversas áreas, especialmente ligadas às ciências matemáticas, estatísticas, programação e engenharia. Só profissionais analíticos podem identificar caminhos para utilizar plenamente o marketing automation, inclusive a análise de métricas e monitoramento. 
A velocidade da web requer um profissional de marketing bastante atendendo as possíveis falhas. Um erro é capaz de se transformar numa avalanche de críticas em poucos minutos e as informações incluídas nos conteúdos  pode se propagar tão rápido que pode levar a perda de controle sobre seus caminhos. 
Outro ponto que afeta os profissionais de marketing digital é a variedade de plataformas existentes. A complexidade do ambiente digital dificultou o domínio das variáveis e impôs, mais do que nunca, a necessidade de manter as conexões e integrações com os outros. 
Esse exemplo traz à luz o quanto o profissional de marketing precisa da solidão e da interação ao mesmo tempo para realizar seu trabalho. Enquanto a pesquisa e a concentração são fundamentais para a maestria do trabalho, é preciso se manter ligado aos outros especialistas e até mesmo outros profissionais de diferentes campos. É como trabalhar em home office, mas manter contato com outros colegas para completar seu trabalho. 
Outro desafio constante é conseguir manter o foco nos objetivos do seu cliente e com uma visão ampla do público-alvo, aliando toda a tecnologia disponível para chegar aos resultados. É o cuidado diário de não se dispersar diante das centenas de ferramentas disponíveis, que pode desperdiçar tempo e recursos, se distanciando mais dos resultados. 
O consumidor se transformou tanto quanto as tecnologias. Se antes ele era presa fácil da publicidade, hoje ele não se deixa seduzir por frases de efeito. Antes de se decidir por um produto ou serviço ele quer saber se vai suprir suas necessidades e conhecer melhor a marca. Exigente e ao mesmo tempo imediatista, ele quer adquirir algo com valor agregado, mas não dispensa a velocidade. 
Não há tempo a perder com falta de produto no estoque ou agenda apertada. A não ser que seja algo realmente diferente e exclusivo, se a resposta não for dentro de um limite aceitável de tempo, ele parte para a concorrência. Se for atendido com presteza, por outro lado, no tempo hábil e com a devida atenção e respeito da empresa, ele costuma disseminar a sua qualidade positiva para amigos e parentes. 
Mas se houver um ruído nessa relação ele não se intimida em expor as qualidades negativas da empresa e causar um efeito contrário ao desejado, que é o de servir como referência de repulsa aos possíveis novos clientes. Basta uma avaliação negativa para cair a taxa percentual de indicações.
Esse posicionamento e visão sobre o cliente indicam que o marketing digital não se baseia apenas em análises, números e divulgações. Mas, sobretudo em vida, sentimentos e sensações. Mesmo que a especialização do profissional de marketing da era digital atue debruçado em cálculos, o fator humano é fundamental para que as estratégias deem resultado real e positivo. 
O profissional de marketing vem se modificando nas últimas décadas e a tecnologia é o principal estímulo a essa mudança. A era digital veio com novas ferramentas, estratégias e expectativas que exigem capacitação e experiência. Acesse o site da RedaWeb ou ligue para nós no 0800 750 5564 caso queira assinar um plano de produção de conteúdo!

Analista de redes sociais: formas de construir uma carreira

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Analista de redes sociais: formas de construir uma carreira
Para quem está iniciando no marketing digital, uma boa opção de carreira é a de Analista de Redes Sociais. Esse profissional trabalha diretamente com as redes sociais como o Facebook, Twitter, Instagram, entre outras mídias sociais. E hoje o mercado trabalho vem apresentando uma grande quantidade de vagas de emprego para analistas, até mesmo como freelancers. 
Tudo mundo que possui um perfil em uma rede social sabe fazer publicações, compartilhamentos e dar curtidas, mas sem conhecimento técnico para causar um engajamento positivo. E é o analista de redes sociais o responsável por realizar a comunicação certa para seu público-alvo, pois conhece amplamente as ferramentas a serem utilizadas até chegar ao resultado final desejado. 

Quais os conhecimentos necessários para um analista de redes sociais 

Antes de entender quais as principais características para ser um analista de rede social, é preciso saber quais são necessárias para o marketing digital. Uma carreira em ascensão e com boas vagas no mercado, o marketing digital surgiu junto à propagação da internet na vida das pessoas. Antes, utilizava-se técnicas do marketing tradicional aliadas às ferramentas que eram fornecidas pelas plataformas, mas logo estabeleceu-se como um caminho próprio de comunicação vital entre a empresa e seu cliente.
O marketing digital ampliou suas ações e abriu espaço para profissionais com várias habilidades diferenciadas. Se antes sua base principal era a área de humanas como o próprio Marketing, Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Administração, hoje, ela requisita profissionais de TI e Estatística para trabalhar com análise de dados e métricas. 
Com tantas possibilidades, quem deseja fazer uma carreira com o marketing digital deve buscar com quais áreas tem maior compatibilidade. O analista de redes sociais, por sua vez, é a especialidade mais requisitada e cobiçada do momento, mas muitas pessoas apresentam dúvidas sobre suas características e atribuições.
Seu foco é lidar com as redes sociais que serão trabalhadas pela marca, promovendo-a. Desse modo, também deve gerenciar os leads e os negócios, relacionar-se com o público e é o responsável em entregar o resultado para a marca. Para isso, ele coloca em prática o planejamento de marketing e todas as estratégias e ferramentas possíveis para a satisfação do cliente. 
Uma característica do analista de mídia social é uma boa escrita, com uso do português correto e linguagem apropriada ao seu público. Com o faro jornalístico para encontrar uma boa pauta para o conteúdo, é essencial utilizar as técnicas do webwriting. Além disso ele deve gostar de lidar com pessoas, ter boas noções de cálculos e análises de planilhas, ter proatividade para resolver os problemas que surgem e bastante equilíbrio para não se desesperar com eles. 
Há um entusiasmo sobre o analista de redes sociais, com a falsa impressão de que é um trabalho fácil de ser realizado por envolver o uso frequente das redes sociais. É um grande engano, já que é preciso muita técnica, prática e atualização contínua para realizar o trabalho. O analista de redes sociais sabe do papel que exerce dentro das estratégias do macromarketing e que faz parte do seu conjunto. Todas as especialidades do marketing se conectam e dependem umas das outras para chegarem no resultado final. Dessa forma, o analista de redes sociais não deve focar apenas em uma estratégia unilateral.
Assim como ele deve saber todos os caminhos que serão seguidos pelo seu grupo, é essencial ter conhecimento profundo dos canais de mídias sociais. Parece óbvio que um analista de redes sociais saiba tudo sobre elas, mas esse é um dos maiores enganos da carreira. Não basta ter um perfil, e sim saber tudo sobre as ferramentas de postagens, métricas, comunicação e conversão. 
São muitas opções estratégicas a serem utilizadas, mas cabe a ele saber qual é a melhor a ser feita, no momento mais adequado e também tomar decisões rápidas e assertivas quando as métricas apontam para falhas. Dessa forma, não basta apenas informar ao cliente quantos likes foram feitos e se o número de seguidores aumentou, é preciso resultado prático e número de conversões. 
Cabe ao analista de mídias sociais a decisão sobre a publicação de um conteúdo, assim como o seu formato. Ainda, executar a ação mais elaborada e complexa, como optar pelo remarketing ou geração de leads em anúncios específicos que só são possíveis se estiver no conceito do macro. E essas decisões estão longe do gerenciamento de um perfil pessoal. 
Além de todo conhecimento específico do analista de rede social e das estratégias do marketing macro, o profissional deve ter como base a criação de um relacionamento com o público-alvo e a marca, por meio das estratégias de Inbound marketing.

As subdivisões de um analista de mídias sociais

Um analista de mídias sociais não se forma um instantaneamente, mas com muito estudo aliado a prática. Afinal, o mercado exige um profissional multidisciplinar, com conhecimento sobre todos os processos que envolvem o marketing, que se conquistam com um tempo de maturação. 
Com o crescimento do marketing digital e, especificamente das mídias sociais, torna-se inviável para um só profissional cuidar de uma campanha grande ou de várias ao mesmo tempo. O volume de atribuições é grande demais e requer subdivisões como o do gestor de conteúdo, planner digital, gestor de social media, analista de métricas e atendimento. E é um ótimo caminho para quem deseja chegar à liderança dessa área, com a oportunidade de trabalhar em cada especialização e vivenciar cada detalhe dos seus processos. 
O planner digital é o que realiza pesquisas, define a persona e os tipos de postagens que devem ser publicadas, com uma visão mais crítica sobre a concorrência e com uma boa dose de ousadia para fazer algo diferente. Em seguida, há o gestor de conteúdo, responsável pela produção de textos definidos pelo planners, inclusive sugerindo complementos de imagens e vídeos.   
O analista de métricas faz a mensuração das ações realizadas, criando gráficos e dados para a avaliação do desempenho. Requer habilidades em cálculos. Já o atendimento é a conexão com o cliente, que responde às demandas e estabelecendo uma relação de confiança e informação. 
O gestor de social media é o líder da equipe, aquele realiza o planejamento das mídias sociais, atuando na criação de estratégias, na avaliação e nas respostas dos resultados e sendo o centralizador da comunicação entre os especialistas. Seu trabalho também é vinculado com o macro do marketing digital e o que toma as decisões nos momentos de crise. 
O analista de redes sociais é a carreira mais próspera do marketing digital e a que apresenta um maior número de possibilidades. Mas requer uma complexidade de conhecimentos que pode surpreender quem acredita que basta ser usuário das redes sociais para realizar o trabalho. E, claro, vale investir também no conteúdo. A RedaWeb é especialista em marketing de conteúdo e pode te ajudar a alavancar suas vendas! Entre em contato pelo site ou ligue para 0800 750 5564 para fechar um plano!

Por que os posts orgânicos estão perdendo espaço no Facebook?

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Por que os posts orgânicos estão perdendo espaço no Facebook?
O alcance orgânico do Facebook vem sofrendo várias alterações ao longo dos anos, até mesmo sendo alvo de polêmicas. Em 2018, Mark Zuckerberg anunciou que a rede social iria diminuir gradualmente o alcance orgânico das fanpages e o mercado digital ficou em polvorosa com a notícia. 
As postagens das fanpages antes ocupavam uma média de 16% da base de usuários e hoje já está em apenas 2%. A justificativa do Facebook para essa tomada de decisão é que a rede social deseja focar nas pessoas e não nas empresas. E essa filosofia acompanha uma estratégia mundial em modificar a maneira de utilizar os anúncios publicitários. 

As empresas e os conteúdos pagos 

A queda na quantidade de fãs de uma página tem se tornado bastante nítida para quem a gerencia, e as informações sobre interações orgânicas têm entrado em franca queda nos últimos anos, desde 2014. 
Logo no início foi unânime a reclamação dos profissionais de marketing digital sobre essa nova política do Facebook. A rede social logo argumentou sobre o excesso de conteúdo publicado, que abarrotava o Feed de Notícias e que fazia o usuário receber todas as publicações, no lugar do que lhe seria mais relevante. 
Essa situação pode ser mais bem visualizada por um usuário que tenha muitos amigos e curte várias páginas. Ele tem acesso direto a 15 mil publicações em seu Feed de notícias, sendo 300 disponíveis de imediato a cada login. Hoje, a distribuição das posições dianteiras é sempre das páginas de amigos que o usuário atribui mais importância, mas antes era indiscriminada.
Os usuários também foram contra essa segmentação sobre o Feed de notícias, acreditando que deveriam receber informações de todos os seus amigos e páginas, já que eles fazem parte de suas escolhas. O argumento do Facebook é que a lista indiscriminada acaba diminuindo realmente o alcance orgânico. As páginas e pessoas que o usuário tem mais interesse acabam se perdendo entre tantas opções. 
Essa política desagradou especialmente as pequenas empresas, que acreditam que para manter o alcance de seu público-alvo era preciso pagar anúncios. Mas, o Facebook contra-argumentou que a seleção de prioridades do Feed de Notícias também inclui empresas, afinal os usuários consomem histórias e muitas delas estão presentes em páginas que sabem fazer bem o marketing de conteúdo. 
Outro ponto de dúvidas sobre a diminuição do algoritmo orgânico da rede social se refere ao investimento feito para a criação e pesquisa de uma fanpage. O Facebook alega que essa estruturação de uma fanpage compensa na contratação de anúncios, já que quando ocorre visualização da página que o amigo curtiu, há 50% de recall e 35% a mais de retorno em vendas. 
Até mesmo anúncios precisam ter um tipo de conteúdo capaz de repercutir em interação, tanto quanto os orgânicos. O Facebook sugere que conteúdos com viés social tendem a ter ótimas posições na mensuração. 
Há muitos pontos positivos ao investir em anúncios no Facebook. A rede social mais popular do planeta tem a maior variedade de público e muitas ferramentas para sua segmentação. O anúncio vai para as pessoas que têm o seu perfil, que poderiam consumir aquele produto ou serviço em algum momento. 
Utilizar mídias pagas torna a marca conhecida e atraente à audiência-alvo, sem dúvida com maior precisão do que por intermédio dos meios orgânicos. Nem sempre o resultado é tão imediato quanto o desejado, mas logo nas primeiras inserções já é possível identificar pontos positivos em quantidade de visualização. 
Até mesmo o próprio Facebook considera que a estratégia ideal para uma fanpage é manter as publicações orgânicas, sem deixar de investir em anúncios; fazer uma programação que corresponda ao plano inicial estratégico, valorizando anúncios de eventos, por exemplo, ou algum tipo de lançamento, enquanto as outras publicações se mantêm gratuitas. 

Como se manter no topo

A web é um espaço ilimitado de oportunidades e ainda há muito com o que se ocupar. Mas não restam dúvidas que a concorrência também faz parte desse meio e é preciso estar sempre à frente dela para conquistar sua audiência. 
A boa notícia é que a maior parte das empresas que estão no meio digital ainda o utiliza de forma precária. Muitas reforçam os conteúdos publicitários, apenas exaltando os seus produtos e serviços sem agregar nenhuma outra informação. Há ainda a falta de cuidado com o design e o direcionamento das publicações, a ausência nas respostas e muito mais. 
Quando o alcance orgânico do Facebook correspondia a praticamente 100%, a rede se transformou em uma mina de ouro das empresas que desejavam investir em marketing digital. Badalada desde o começo, o seu usuário típico abre todos os dias seu perfil e fica uma grande parte do tempo nele, consumindo as mais variadas informações. Para o empresário, eram milhões de consumidores que seguiam a mesma rotina, totalmente acessíveis à marca. 
Muitas marcas acabaram se tornando dependentes do Facebook e ficaram desnorteadas com a diminuição do alcance orgânico. Mesmo cientes da necessidade de investir em anúncios antes mesmo do anúncio da rede, a sedução e o encantamento pela rede social provocaram reações de prevenção sobre as possíveis consequências. 
A mudança não se deu apenas por motivos financeiros, embora ele tenha tornado o Facebook altamente lucrativo pelas novas mudanças de seu algoritmo. Na prática, de fato, investir somente no orgânico era arriscar demais as estratégias elaboradas do marketing, sem nenhuma certeza de retorno. Quanto maior se transformou a grade de usuários e de fanpages, mais extenso ficou o feed de notícias e a concorrência buscando atenção. 
Investir pesado no Facebook ainda é muito mais barato do que em mídias tradicionais. Há anúncios que cabem em qualquer bolso e permitem que empresas de todos os tipos e tamanhos possam ter a oportunidade de chamar atenção do seu público-alvo. 
No entanto, o maior risco das empresas não são as mudanças de algoritmos, mas si, a dependência do Facebook como único e principal veículo de marketing digital. Há marcas que dispensam ter sites ou blogs, acreditando que somente a fanpage já seja suficiente para atingir seus objetivos. Mesmo que a rede social ainda se mantenha no topo e tenha uma grande variedade de perfis, se as regras mudam, pode prejudicar os investimentos e as estratégias realizadas. 
Há até mesmo riscos de uma página excluída por algum entendimento equivocado da rede, já que a página é dela e não de propriedade da marca. Apenas utilizamos aquele espaço como um empréstimo, uma troca de serviços, mas se uma das partes rompe as regras, especialmente o usuário, o Facebook pode ser bastante radical nas atitudes. 
Para evitar ficar nas mãos do Facebook, mantenha o investimento na fanpage, nos anúncios e nos poucos alcances orgânicos, mas também tenha seu site ou blog. Foque nele para criar conteúdos relevantes e chegar aos pontos mais altos no Google, enquanto o Facebook pode servir de ponte para ele por meio de suas publicações. 
Para aproveitar a fanpage dentro do alcance orgânico, incentive os seus seguidores a “verem primeiro” suas publicações, por meio de um botão ao lado de “curtir”. Incentive o engajamento com publicações que causem reações como curtidas, comentários e compartilhamentos e conheça outras redes sociais, até mesmo identifique outras que tenham seu público-alvo e possam ser ainda mais úteis. 
O alcance orgânico das publicações de fanpages do Facebook está perdendo espaço anualmente e, se a empresa não investir também em anúncios, poderá se perder no meio da concorrência. Invista também nos conteúdos! E nisso a RedaWeb, agência especializada em marketing de conteúdo, pode te ajudar! Entre em contato pelo site ou ligue para 0800 750 5564 e escolha o plano ideal para seu negócio!

Faça sua empresa crescer com o marketing no Instagram

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Faça sua empresa crescer com o marketing no Instagram
Lançado em 2010 com o propósito de ser uma rede social voltada para a publicação de fotos, imediatamente o Instagram teve uma excelente receptividade. O aplicativo entrou para a história por ter sido o mais baixado em um dia pela Apple Store e em poucos meses já tinha mais de um milhão de usuários. Hoje o Instagram é a rede social que mais cresce anualmente e vem se tornando ainda mais atraente para as empresas. 
Os números são bastante estimulantes, mas a verdade é que por um bom tempo o marketing digital e as empresas se mantiveram reticentes em investir na rede social de imagens. Com a sua compra pelo Facebook e a criação de ferramentas mais dinâmicas para a criação de anúncios, em pouco tempo o Instagram superou até mesmo o Facebook em investimentos publicitários de grandes marcas e não para de crescer. 

O potencial do Instagram

O Instagram foi lançado exclusivamente na versão Apple e só depois de dois anos chegou ao Android, mantendo crescente o sucesso desde o seu lançamento. Prevendo o potencial da rede social, o Facebook a comprou por 1 bilhão de dólares e hoje seu valor estimado no mercado é de 100 bilhões. 
Com mais de 1 bilhão de usuários ativos no início de 2019, o Instagram foi a rede social que mais cresceu e tem média de 15 vezes mais interações que outras redes, inclusive o Facebook. Ela representa 16% da receita do conglomerado do Facebook e não faltam projetos para que ela continue a crescer. 
Estar entre as maiores e mais populares redes sociais do mundo é para se comemorar. Sua proposta simples de envio de fotos cuja aparência pode ser editada, vem conquistando definitivamente os usuários da web. Para manter esse estímulo, a rede vem ampliando suas possibilidades como a adição de vídeos, a criação dos stories e a inclusão de ferramentas mais hábeis para a criação de perfis empresariais. 
Recentemente foi lançada a IGTV, uma televisão do Instagram que permite a publicação de vídeos maiores que 1 minuto. Ainda está em desenvolvimento, mas a ideia é ampliar as possibilidades da rede até mesmo para fora da plataforma. 
O primeiro atrativo do Instagram foram os famosos filtros, criados com inspiração nas máquinas fotográficas Polaroid. Em seguida foram implantadas novas opções de edição de imagens, mudando detalhes da foto como direcionamento, cortes, ajuste de tamanho, efeitos de luz e contraste. 
As simpáticas curtidas do Instagram, em formato de coração, também foram bem aceitas pelos usuários. Até pouco tempo elas eram a principal medida de popularidade da publicação, chamadas de métricas de vaidade, mas foram retiradas da visualização geral e visíveis apenas para quem fez a publicação. O objetivo é valorizar a publicação em si e não a quantidade de curtidas que ela gerou. Voltou-se o foco à prevenção da saúde mental dos usuários, uma vez que para muitos se tornou uma obsessão conseguir grande quantidade de curtidas. 
A medida causou receio nos usuários, especialmente para as empresas, já que ter explícito o número de curtidas que a publicação recebeu pode ser bastante estimulante e atraente. No entanto o foco passou a ser o usuário, e não mais os números superlativos, diminuindo a tendência de se robotizar os status. 
Mais do que as empresas, os principais prejudicados no fim da exposição de curtidas foi o influencer. Criados pelo Instagram, a publicação de fotos e conteúdos relevantes de pessoas comuns ou outras já famosas em outras mídias as transformou em celebridades digitais, atraindo um grande número de seguidores e de marcas que desejam estar atreladas a esses sucessos. 

Como fazer um marketing digital bem-sucedido no Instagram

O fim da visualização de curtidas está longe de desestimular o investimento em marketing digital no Instagram. Em amplo crescimento de popularidade e com um espaço cada vez mais cuidadoso aos anúncios, a rede vem fazendo parte das principais estratégias de grandes marcas pelo mundo. 
Se no Facebook a maior parte dos usuários são homens, no Instagram é a vez das mulheres, com média de idade entre 18 e 34 anos. E 95% de quem tem conta ativa na rede também tem uma outra no Facebook. Em média são 95 milhões de fotos e vídeos publicados diariamente, com 4,2 bilhões de curtidas. 
Mas não são só as grandes marcas estão aproveitando o espaço, as pequenas também. Elas identificam no Instagram um espaço amplo e qualificado de personas, além da possibilidade de se atrelarem aos digitais influencers que, muitas vezes, têm muito mais seguidores do que as marcas mais famosas do mercado. 
Dentro da jornada de compras de um consumidor, a interação com as empresas pode proporcionar uma maior qualidade na aquisição do produto. É uma compra não impulsiva, consciente e interessada em se manter fiel à marca pela experiência proporcionada pelas redes sociais. 
Mas uma coisa é utilizar eventualmente o Instagram, outra é fazer um planejamento de marketing digital. A taxa de engajamento é de 4,21% por seguidor, um número muito elevado quando comparado com outra rede social. A fim de pensar de forma estratégica no Instagram, listamos abaixo algumas práticas para atingir resultados surpreendentes.

1 – Ter um perfil comercial

Optar por uma conta comercial permite o acesso a ferramentas e configurações diferenciadas. Há a opção da criação de anúncios, acesso a mensurações de desempenho e estatísticas, dados demográficos de seguidores, entre outros. Capriche na criação do perfil, com informações completas e um texto que resuma a empresa de forma criativa. 

2 – Conheça seu público

Não basta criar um perfil e postar, é preciso saber para quem ele está destinado. Crie uma persona, um tipo de personagem que é criado a partir de informações colhidas por pesquisa sobre seu cliente ideal. Ela tem gênero, idade, localização, hobbies e adjetivos que ajudam a identificar melhor a quem a marca se destina. 

3 –Estabeleça um calendário de postagens

Sem dúvida é preciso manter uma rotina de publicações, para que o usuário possa acompanhar seu perfil para consumir a informação desejada. Ser regular ajuda no crescimento da marca, por meio de um novo conteúdo. A demora em publicar leva a sua audiência a se dispersar. 

4 – Humanize seu conteúdo

Cuidado em publicar somente anúncios publicitários. As publicações são direcionadas às pessoas, que buscam ali algo que as emocione e impacte, não apenas clichês e mensagens copiadas. 

5 – Use hashtags

O uso de hashtags ajuda a engajar as publicações, até mesmo para quem não segue o perfil. É preciso escolher bem as palavras que serão usadas e jamais exagerar na quantidade, que pode fazer a página perder sua credibilidade diante do usuário.

6 – Faça promoções e concursos

O Instagram tem uma ótima resposta para promoções, sorteios e concursos. Os usuários interagem e convidam seus amigos para fazer parte da página. Mas como tudo que é exagerado surte o efeito contrário ao desejado, use esse artifício eventualmente, para estimular a entrada de novos usuários.  

7 – Use o stories

O stories uma criação do Instagram que causou um impacto positivo forte, fazendo os usuários publicarem imagens e vídeos por apenas um dia. Apesar de ficarem disponíveis por apenas 24 horas, tornou-se o meio ideal para divulgar momentos que só são interessantes por um curto período. 
Para as empresas, o uso de stories ajuda a fortalecer laços e a direcionar o público a outro conteúdo por meio de um link vinculado a ela. O Instagram é a rede social que mais apresenta crescimento no mundo e hoje possui uma boa quantidade de ferramentas, que estimulam o uso do marketing digital. 
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Como o QR Code está sendo utilizado pelo turismo? O setor de turismo está em franca globalização, tão necessária para expandir seus mercados...