segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Como escolher o espumante de casamento


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Texto Alessandra Pereira
O espumante se tornou queridinho nos casamentos e é sinônimo de comemoração e alegria. É quase impossível não esperar que um evento dessa importância, não tenha um brinde com a bebida. No Brasil ele vem sendo cada vez mais requisitado e presente em eventos de todos os portes, por combinar com o clima quente da maior parte do país.  
Mais do que apenas um brinde na hora de cortar o bolo, os convidados esperam que a bebida seja servida. Como é versátil e combina com os mais diversos alimentos, ele combina com todo tipo de casamento, independente do horário e local a ser realizado. Mesmo que o casamento seja simples, a bebida traz mais sofisticação e elegância para o momento tão especial. E para agradar a todos, é importante escolher rótulos que possam agregar custo e benefício, assim como satisfazer o gosto dos noivos. 
Foto GF Fotos
O que considerar para escolher a bebida certa?
Os vinhos espumantes são classificados em seis tipos diferentes, que variam de acordo com o 
grau de doçura presente em sua fermentação. Confira abaixo cada nomenclatura:
1 – Nature: mais seco que os demais, não possui intervenção de licores incluídos na maior parte dos processos. O sabor das uvas Pinot Noir e Chardonnay é ressaltado e o sabor é único. 
2 – Extra brut: é um espumante bastante seco, mas que ainda tem uma pequena concentração de açúcar que o diferencia do nature. Seu sabor é marcante, dado pela acidez e é indicado para acompanhar queijos, frutos do mar e massas. 
3 – Brut: é considerado um espumante seco, mas não tão ácido e forte como o extra brut. É o mais vendido e recomendado por combinar com mais tipos de pratos. 
4 – Sec: tem doçura moderada e é mais leve que o brut. Ideal para quem está iniciando na degustação de espumantes e pode acompanhar entradas. 
5 – Demi-sec: possui uma maior quantidade de açúcar, mas não chega a ser considerado doce. Combina com molhos, frutos do mar e queijos  mais leves. 
6 – Doce: tem alta concentração de açúcar e utiliza a uva moscatel, considerada mais doce. É indicado para consumo com sobremesas e frutas. 

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Segundo Sylvia Sitnoveter, diretora comercial da Wines And Roses, a espumante brut é a mais requisitada pelos noivos. A escolha é feita pelo sabor mais marcante e pela facilidade em harmonizar com o maior número de pratos. Por ser mais seco, ajuda a equilibrar o paladar diante dos doces presentes em casamentos e o bolo. O clima tropical brasileiro também é bastante atraente para espumantes brut, pelo maior frescor e uma acidez que ajuda a amenizar o calor. 
Quanto a quantidade, se o espumante for servido desde o início da festa e for a única bebida alcoólica, a medida é de uma garrafa para cada 1,5 pessoas. Se houver combinações entre espumantes, vinhos branco e tinto, a medida é de uma garrafa para cada duas pessoas, sendo 60% mais de espumante. Se o espumante for servido junto a outras bebidas diversas como cervejas e drinks, a conta é de uma garrafa para cada duas pessoas. O mais correto é avaliar o perfil dos convidados, que podem indicar qual a bebida de maior preferência , para evitar que falte ou sobre muitos espumantes. 
O custo x benefício na escolha da espumante, permite adquirir um bom produto por um valor mais acessível que podem variar de R$ 30,00 a  R$ 80,00 a garrafa. Com a compra em quantidade, os fornecedores podem oferecer descontos e benefícios. 

Foto VRebel
Qual a diferença entre as bebidas efervescentes? 
Embora o espumante seja o mais popular, há outras variações da bebida também disponíveis no mercado como a champagne, o prosecco, a cava e os frisantes. Cada uma delas apresenta peculiaridades específicas e preços, que acabam tornam o espumante a bebida mais popular e acessível. 
O champagne é produzido exclusivamente numa pequena região da França e mantém uma produção quase artesanal de seu produto. O prosecco também é específica de uma localização, ao nordeste da Itália na região de Vêneto, mas em alguns casos autoriza que outros vinhedos utilizem seu nome, desde que mantendo as especificações devidas.  O mesmo acontece com a cava, bebida de origem espanhola, mas que não está restrita a região e sim as uvas dos vinhedos autorizados. 
A origem da bebida
Descoberta por Dom Perígno durante uma experimentação de novo método na produção de vinho branco, surgiu a bebida cheia de borbulhas e refinada, que se tornou sinônimo de comemoração, sofisticação e elegância. Segundo as lendas sobre a bebida, quando Dom Pérignon experimentou a champanhe pela primeira vez, afirmou estar “bebendo estrelas”. Mas na verdade ele relutou bastante em aceitar as borbulhas peculiares da bebida e fez de tudo para retirá-las. 
Curioso sobre um novo método de produção de vinhos brancos chamado de Champeonoise, nome do criador, Dom Perigno realizava a primeira fermentação no processo tradicional e em seguida inseria a bebida em garrafas de vidros para que ali realizasse a refermentação.  Mas como dentro das garrafas de vidro o líquido liberava gás carbônico que causavam uma forte pressão, as garrafas começaram a estourar. 
Dom Périgno então passou a usar garrafas com vidro mais reforçado, rolhas maiores e arames para evitar que saíssem. Também passou a equilibrar os açúcares e fermentos do seu conteúdo,  para proporcionar mais sabor e diminuir a efervescência. A bebida ficou muito saborosa, porém seu aspecto final não era agradável, por acumular na garrafa resíduos da refermentação. 
Foi a viúva Clicquot quem encontrou métodos eficazes para deixar a bebida mais cristalina, chamados de remuage e dégorgement. Com essa solução a bebida passou a se tornar conhecida na região e a ganhar uma grande demanda, que exigia uma linha de produção muito maior do que os métodos artesanais. Diante dessa necessidade foi criado o métdo de produção Charmat, que é semelhante ao Champeonoise, mas a bebida é refermentada em tanques de aço.  
O nome “champagne” para designar o vinho borbulhante, foi o primeiro nome dado a bebida e tem origem controlada, só podendo ser usado com exclusividade para denominar bebidas produzidas na região de Champagne, na França. O clima frio e o solo do local tem características bastante peculiares para o cultivo das uvas Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier  usadas para a produção da bebida e que proporcionam um sabor inigualável.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Padrinhos e madrinhas: escolhas, trajes e tradições

Padrinhos e madrinhas: escolhas, trajes e tradições

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Texto Alessandra Pereira
Logo que o pedido de casamento foi aceito e os noivos começam a pensar nos preparativos, uma das primeiras ações é a escolha dos padrinhos e madrinhas. A honraria é geralmente dada a pessoas importantes para o casal e que receberá a incumbência de testemunhar a união de ambos, assim como orientá-los na vida em comum.
Foto André Alves
Na cultura brasileira até o século XX a seleção dos padrinhos não atendia laços afetivos, mas de poder. Eram parentes mais velhos, amigos dos pais dos noivos e pessoas com poder aquisitivo mais elevado que poderiam não só dar bons presentes, mas status ao casamento diante da sociedade. Embora ainda seja comum encontrar esse tipo de seleção em algumas regiões do país, o padrão atual é escolher pessoas que conheçam bem a história do casal e possua laços afetivos com eles.
Quando decidem se casar os noivos começam a enfrentar pressões familiares sobre a lista de convidados e, muitas vezes, quem deveria ser o casal de padrinhos. Mas é importante focar no prazer das escolhas e de estar comungando desse momento mágico com amigos de fato. Ir até os escolhidos para fazer o convite é um ritual especial, que muitas vezes vem acompanhado de um presente personalizado de agradecimento.
Foto: Foto Certa

O que diz a etiqueta sobre a escolha dos padrinhos e madrinhas

A quantidade de padrinhos e madrinhas de casamento não possui uma regra, mas só duas pessoas assinarão os documentos civil e religioso como testemunhas. Muitas cerimônias apresentam um exagero na quantidade de padrinhos e madrinhas e para não errar, as dicas são avaliar o tamanho da lista de convidados e do altar onde será realizada a cerimônia.
Não bonito e nem elegante ter um altar abarrotado de pessoas espremidas. Para evitar esse constrangimento, verifique o tamanho do altar onde será a cerimônia e se cabem a quantidade desejada de padrinhos e madrinhas antes de convidá-los. Há uma sugestão dentre os cerimonialistas de que o número de casais não passe de 8% dos convidados, logo se há 200 convidados poderiam ser oito casais para cada lado.
Se a quantidade de pessoas na lista de possíveis padrinhos e madrinhas ultrapassarem o limite sugerido, tente dar outras atribuições afetivas as outras pessoas que restaram. Elas podem ser responsáveis por receber os convidados, ler uma mensagem emocionante sobre o casal, entrar no altar com o bichinho de estimação dos dois, organizar a despedida de solteiro entre outras opções. O importante é que elas não sejam constrangidas e saibam que são queridas.
Mesmo sabendo quem está mais próximo, pode ser difícil tomar uma decisão. Isso porque grandes amigas de infância costumam prometer serem madrinhas umas das outras e quando o tempo dispersa a amizade, será que a promessa deve mesmo ser cumprida? Difícil opinar sobre as escolhas de cada um, mas pela própria simbologia da função de padrinhos e madrinhas, o ideal é escolher quem de fato vai ser presente na relação.

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Pode ser que um noivo tenha mais sugestão de padrinhos e madrinhas que o outro. Nesse caso ambos podem conversar para preencher as vagas do outro e escolherem pessoas mais próximas aos dois para elas. Não há problema nenhum se o final da lista a quantidade de casais ser número par ou ímpar.
Outra saia justa bem comum é quando há um casal e o desejo de convidar apenas um deles para a função. Se ambos forem amigos, não é elegante separá-los e pode criar uma saia justa desnecessária, mas há casos distintos em que não há problema algum convidar apenas um. Como em namoros recentes e se a outra parte não tiver uma boa relação com os noivos, mas o convidado deve ser informado sobre a decisão e cabe a ele aceitar o convite ou não com essa ressalva.
Foto Rafael Vaz Fotografia
Crie um momento especial para convidar os escolhidos, dando o convite oficial do casamento e chamando-os para serem padrinhos e madrinhas. Dar lembrancinhas não é uma obrigação, mas sim um agradecimento por aceitar algo que requer custos e dedicação. Ambos gastam muito mais do que um convidado padrão, como uma roupa especial, maquiagem, presentes etc. e é bem agradável que recebam um agrado dos noivos.
Como tudo é uma questão de orçamento, ser for possível financeiramente para os noivos, é interessante fazer um jantar com os padrinhos e madrinhas nas vésperas do casamento, para confraternização, conversar sobre os detalhes da cerimônia e fazer apresentações entre todos.

É errado escolher a roupa dos padrinhos e madrinhas?

Uma das maiores controvérsias do momento não é sobre a quantidade de padrinhos e madrinhas e nem quem deve ser chamado, mas sim na escolha da vestimenta deles. Há noivos que não abrem mão de escolher modelo e cor dos vestidos e ternos, enquanto outros apenas pedem apenas bom senso.
Como os casamentos atuais são produzidos como um espetáculo, tudo deve seguir um padrão harmônico de cores e proporções. Há detalhes que já são tradicionais e que todo mundo sabe, como o branco ser exclusivo do vestido da noiva e que madrinhas não devem usar preto. Até a última década as madrinhas podiam escolher cores e modelos, mas os padrinhos precisavam usar trajes iguais e, em alguns casos, gravatas combinando com o vestido da madrinha.
Nos EUA há décadas é tradição que os vestidos das madrinhas sejam todos iguais, em modelo e cor, escolhidos pela noiva. No Brasil essa prática vem ganhando espaço atualmente, por criar mais harmonia e se adequar a proposta da festa.
Sem atender uma regra específica, a maior parte impõe uma padronização nas cores dos vestidos, que pode ser a mesma para todas as madrinhas ou em tonalidades semelhantes. O risco de escolher uma única cor é manter o tom e o mais indicado que os vestidos sejam feitos no mesmo local, com o mesmo tecido.
Foto Carol Ritzmann
Já a escolha do modelo é o mais crítico, por ser necessário que seja adaptável para os variados corpos das madrinhas. Para evitar modelos que as deixarão chateadas, é indicado pedir ajuda a estilistas que avaliem todas as noivas e possa definir algo que seja perfeito para todas.Ele também vai obedecer critérios como o local onde será o casamento, a estação do ano, o horário e o tema.
Mas antes de fazer as exigências, é importante que a noiva converse com as madrinhas e explique o motivo de suas escolhas para que se sintam mais confortáveis sobre isso. A sugestão é não impor algo que vá gerar um grande incomodo coletivo, abrindo espaço para negociações, mas a última palavra é sempre da noiva.
O traje dos noivos é mais simples, por ser tradicional manter o mesmo padrão para todos. A principal preocupação deve ser a de manter o mesmo estilo do noivo, como mais despojado ou formal.
Foto Dream Big Studio
Foto William Nihues
Foto Cicero Cavalli
Foto Jedd Munchow
Foto Bruno Batuta
Foto Edson Beline

Padrinhos e madrinhas pelas religiões

Oficialmente o termo padrinhos de casamento não é considerado pela igreja católica, que atribui a sua função como testemunhas da cerimônia religiosa. Após o Concílio de Trento, em 1563, o casamento passou a ser um sacramento cristão e imposta a obrigatoriedade de ter um sacerdote para as bênçãos e pelo menos duas testemunhas presentes.
As testemunhas também são exigidas num casamento civil, onde duas pessoas devem assinar o livro do tabelião no local. Não é necessário que sejam um homem e uma mulher, mas precisam ter mais de 18 anos, para exercer a função de responder civil e criminalmente pela declaração dos noivos sobre a união.
No judaísmo não há o costume de ter padrinhos e madrinhas, sendo o cortejo formado por parentes dos noivos. Mas há costumes diferentes em cada país, que podem incluir amigos que representem essa função, sem que seja obrigatório.
Já nos casamentos evangélicos e espíritas, a presença de padrinhos e madrinhas fazem parte do ritual, semelhante ao que ocorre com os católicos. No candomblé é possível incluir crianças acima de sete anos e todos devem vestir branco.

Mulheres modernas e o sonho do casamento

Mulheres modernas e o sonho do casamento

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Texto Alessandra Pereira
A mulher do século XXI é surpreendente. Em meio a conquistas por igualdade de direitos e da sua agitada vida moderna, ela voltou a sonhar em se casar como nos contos de fadas. Claro que a construção desse sonho se moldou após conflitos anteriores, onde o casamento era sinônimo de abnegação do feminino e até escravidão aos preceitos sociais. Hoje ele vem representado pelo genuíno e espontâneo desejo de se unir ao ser amado.
A princesa que chega ao altar não é uma donzela frágil em busca de um príncipe para salvá-la. Ela quer um companheiro, um parceiro de vida e alguém que ela escolheu para construir uma família. Ela conhece sua força e sabe muito bem o que quer, sem querer agregar todas as responsabilidades do mundo, mas sim compartilhar com seu marido. Os desenhos animados da princesa em apuros resgatada por um belo príncipe ficaram para trás, mas a sua beleza e o romantismo estão mais vivos que nunca.

A mulher na história do casamento

O casamento é uma das instituições mais antigas da humanidade e que vem passando por várias transformações ao longo de sua história. Formado para ser uma união entre duas pessoas com fins políticos, sociais, religiosos ou amorosos, em geral a mulher sempre teve uma posição passiva, subserviente ao marido e moeda de troca para casamentos arranjados.
As famílias viam no casamento formas de criar alianças para conquistar grupos de interesses, tais como eram realizados com os nobres e a realeza. Para os mais ricos, era uma forma de manter suas fortunas e até aumentá-las, sem correr riscos de aventureiros. A família do noivo tinha o poder de escolha e selecionava àquelas que consideravam mais adequadas, negociando a oficialização da união e até recebendo dotes.
A ideia do consentimento entre os noivos foi uma iniciativa da igreja católica. O Decreto de Graciano de 1140 inclui a manifestação voluntária de união do casal e que mais tarde se tornou uma condição para a realização de todos os tipos de casamento. Mas ainda assim a mulher não tinha uma posição favorável sobre essas escolhas, se restringindo a mera obediência sobre sua família e noivo.
Inclusive, a estabilidade intencional do casamento era para perpetuar os laços entre esses grupos determinados, tornado o casamento irrevogável e de impossível dissolução. Apenas a morte de um dos cônjuges permitia que a outra parte se casasse, mas ainda assim a mulher se mantinha numa posição inferior e se sujeitando a casamentos ainda mais conflituosos.
O divórcio só se estabeleceu com a necessidade da união civil para que o Estado pudesse atestar direitos e heranças. Mas o papel da mulher só se agravou: a viúva ainda mantinha espaço e voz numa família como a matriarca, mas a divorciada era expurgada e impedida de frequentar locais públicos, o que não acontecia com o homem.
Com a solidificação do feminismo, a mulher passou a entender o seu papel e a se posicionar sobre suas escolhas. Além da luta por igualdade de direitos, ela passou a ter total controle sobre sua sexualidade, a escolher quem e quantos parceiros quer ter e até se quer ou não se casar, rompendo com essa obrigatoriedade.
Até o fim do século XX o casamento ficou próximo ao ostracismo e as cerimônias cada vez mais raras. Mas bastou a virada do milênio para o ritual ser revisto e reintroduzido na nossa sociedade, sem a rigidez e a imposição de antes. Os motivos são outros, o de festejo e comemoração a uma vida a dois, mas resgatando e repaginando tradições como o vestido de noiva, o bolo e a chuva de arroz.

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A princesa do século XXI

Em julho de 2010 foi implantada a nova lei do divorcio, facilitando a separação do casal tal como o seu casamento. Com isso os números dos divórcios aumentaram, mas também os dos casamentos civis e religiosos, já que para ambos os casos se tornou apenas uma formalidade para algo que já existia.
Enquanto o divorcio pode ser feito apenas no cartório e sem a presença de advogados, o mercado de casamentos esta em franca expansão. Cada vez mais espetaculares e com opções para os mais variados gostos e bolsos, casar virou uma espécie de moda e a festa não é para a família satisfazer a sociedade e sim para os amigos dos noivos confraternizarem a historia de amor.
A mulher do século XXI não vê o casamento como objetivo de vida, porém não o exclui de sua trajetória. Ela considera os pedidos de casamento e as declarações de amor, mas mesmo morando com o namorado ainda acredita que uma cerimônia leva a relação a outro patamar. E se o casamento se torna uma realidade, ela sonha com seu vestido de noiva que muitas vezes se assemelha ao da sua princesa preferida.
Seja abençoados pela religião ou enaltecidos pelo por do sol numa praia deserta, o casal se emociona junto aos seus familiares e escolhe cada detalhe do evento. O casamento de livrou de suas obrigações sociais para se tornar uma ode ao amor, espontâneo e deslumbrante, como deve ser.


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Como o QR Code está sendo utilizado pelo turismo? O setor de turismo está em franca globalização, tão necessária para expandir seus mercados...